segunda-feira, 8 de novembro de 2010

QUEM É O ESPÍRITO SANTO?


Será o Espírito Santo uma força? Ou talvez uma função? Quem é o Espírito Santo?

Muitos conceitos são formados, erroneamente, sobre o Espírito Santo. Uns dizem que Ele é simplesmente uma
força e que não é uma pessoa, outros dizem que é uma função de Deus, em fim, quem é o Espírito Santo mencionado nas Escrituras Sagradas?
Para sabermos com confiança acerca desse assunto devemos recorrer à palavra de Deus, é lá que teremos a fonte segura e confiável sobre a 2ª pessoa da trindade “O ESPÍRITO SANTO”
Em João 14 o Senhor Jesus estava preparando seus discípulos para a sua morte, Ele prometeu que uma pessoa da mesma essência “OUTRO CONSOLADOR”, ou seja, não parecido, mas igual ao que o próprio Senhor Jesus é “Deus” viria para habitar em todo aquele que nele crer como seu salvador pessoal. Essa promessa fazia parte do próprio ministério do Espírito Santo, porque Jesus assegurou aos seus discípulos que, depois de sua partida para o céu, a presença do próprio Deus estaria neles através do Espírito Santo, e essa presença compensaria a ausência do Senhor Jesus que agora se despede dos seus amados aprendizes que tanto se acostumaram com a presença amorosa e com as palavras de conforto do Mestre.
Nas palavras de Jesus  no evangelho de  João 14. 15-18 temos: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não no vê, nem o conhece; vós o conhecereis, porque ele habita convosco e estará em vós. Não vos deixarei órfãos...”
O próprio Senhor Jesus falou acerca do Espírito Santo, veja como Ele o descreve:
1.      outro Consolador – para que serve um consolador? Para consolar é claro, ou seja, Ele seria aquele capaz de compensar a ausência física de Jesus, trazendo paz e segurança aos corações dos filhos de Deus.
A palavra “Consolador” no grego é “parakletos” em cuja raiz está o conceito de aconselhar, exortar, consolar, fortalecer, interceder e estimular. Isto só é possível se o Espírito Santo for realmente uma pessoa uma personalidade e não uma força ou uma função, pois uma força não exorta, não consola, não aconselha, não ensina (v, 26) diz “mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as cousas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito.” Ele não é uma força Ele é uma pessoa muito especial.

Jesus também disse que o Espírito Santo é:

2.     O Espírito da verdade – ou seja, toda vez que o Espírito Santo fala e orienta, sempre o faz de acordo com a verdade de Deus revelada que é a Bíblia. Se o Espírito Santo é o Espírito da verdade então Ele não mente! E é esse Espírito que o mundo não conhece, é esse Espírito que o mundo não compartilha, por isto, o mundo não pode recebê-lo “o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não no vê, nem o conhece...” (v, 17) a palavra mundo aqui mencionada significa – multidão incrédula; massa inteira de homens alienados de Deus e por isto, inimigos de Cristo e da sua causa.

Jesus também disse que esse Espírito habitaria para sempre neles (em todo aquele que crê verdadeiramente) “Eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco” (v, 16). E como o Espírito estará conosco? Habitando em nós! Veja:
“... porque ele habitará convosco e estará em vós” (v, 17) – o Espírito santo esteve ativo no A.T, mas agora depois de pentecostes Ele passou a habitar permanentemente na vida do crente de maneira diferente, (1) é para sempre (2) e é privilegio de todo verdadeiro crente. Isto quer dizer que, em Cristo, o corpo do crente é habitação “morada ou templo” do Espírito Santo “não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?...” (I Co 3.16-17).

O Espírito Santo também é o selo de garantia de que somos propriedade exclusiva do Deus vivo “em quem (em Cristo) também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa, o qual é o penhor da nossa herança até ao resgate da sua propriedade, em louvor da sua glória.” (Ef 1.13-14).

Observe também:
“mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as cousas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito.” (Jo 14.26)

“quando, porém, vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que dele procede, esse dará testemunho de mim;” (Jo 15.26)

“quando ele vier convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo: do pecado, porque não crêem em mim; da justiça, porque vou para o Pai, e não me vereis mais; do juízo porque o príncipe deste mundo já está julgado. Tenho ainda muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora: quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará as cousas que hão de vir. Ele me glorificará porque há de receber do que é meu, e vo-lo há de anunciar.” (Jo 16.8-14).

ativa que age no cristão verdadeiro.

O Espírito Santo age em nosso favor, apresentando diante de Deus as nossas suplica quando, em momentos difíceis, não sabemos nem como orar de acordo com a vontade de Deus, veja:
 “também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira com gemidos inexprimíveis. E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito, porque segundo a vontade de Deus é que ele intercede pelos santos.” (Rm 8.26-27).

O Espírito Santo nos guia e nos dá a certeza de que somos filhos de Deus e co-herdeiros com Cristo:
“pois os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. porque não recebestes o espírito de escravidão para viverdes outra vez atemorizados, mas recebestes o espírito da adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai. O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiro de Deus e co-herdeiros com Cristo: se com ele sofremos, para que também com ele sejamos glorificados.” (Rm 8.14-17).

Então nós podemos concluir através desses atributos, registrados na palavra de Deus, que o Espírito Santo:
1.     Instrui os crentes em Cristo e os faz lembrar das coisas que Jesus declarou.
2.     Ele testifica acerca de Jesus e O glorifica.
3.     Ele ensina e esclarece o evangelho, dado por Deus através de Jesus Cristo, de modo que aqueles que crêem no evangelho possam desfrutar de paz com Deus e aqueles que não crêem no evangelho estejam cientes do juízo que virá.
4.     Ele guia os crentes na verdade dando-lhes a certeza de que são filhos de Deus e da herança em Cristo.
5.     Ele intercede por nós em tempos difíceis.
6.     Ele nos convence do pecado e nos admoesta a viver uma vida pura e santa.

Conclusão:
Amado leitor, se você ainda não reconhece o Espírito Santo, o Espírito da verdade como é chamado na palavra de Deus, considerando o que sobre Ele foi dito principalmente pelo nosso Senhor Jesus Cristo, é hora de rever seus conceitos e refletir com cuidado e seriedade, pois sua vida na eternidade depende dessas verdades. Sem o Espírito Santo de Deus presente em tua vida será impossível chegar a Deus, portanto, reconheça que Ele é Deus, Ele habita no crente, Ele sela o crente para que este seja propriedade exclusiva do Deus vivo, Ele nos ensina a verdade e nos consola com a sua presença, Ele nos guia para que concentremos nossa atenção em Cristo, Ele nos dá um novo caráter, para que tenhamos condições de nos tornarmos semelhantes a Cristo, em fim, a pessoa que verdadeiramente aceitou a Jesus como seu único e suficiente salvador e reconhece o Espírito Santo como sendo uma das pessoas da trindade, este é guiado pela verdade, pois tem sua vida dirigida pelo Espírito Santo de Deus. Que Deus te abençoe.

  Autor: José Samarone Lima da Silva
 Membro: Igreja Batista Fundamentalista de Nova Cruz, RN  
Material consultado:
O livro dos Dons; Kalisher, Meno
Estudos bíblicos em Jerusalém







domingo, 7 de novembro de 2010

UM DESAFIO


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Tudo quanto fazemos neste mundo é de tremenda significação, e não podemos dar-nos o luxo de supor que não há risco. . . nosso Senhor. . . parte da questão relativa ao julgamento feito acerca de outras pessoas. Devemos ser cuidadosos quanto a isso, porque nós mesmos estamos sujeitos a juízo. Mas por que, então, nosso Senhor faz esta promessa, nos versículos 7-11 (de Mateus 7), nesse ponto? Por certo é esta a resposta: Nos versículos 1 a 6, Ele nos mostra o perigo de condenar a outrem, como se fôssemos nós os juízes, e de abrigar amargura e ódio no coração. Ele também nos manda tirar a trave do nosso olho, «antes de querer extrair o argueiro do olho do nosso irmão.

O efeito disso tudo, em nós, é revelar-nos a nós mesmos e mostrar-nos quão terrivelmente necessitamos da graça. . . ficamos humilhados e nos pomos a indagar: «Quem é suficiente para estas coisas? Como terei possibilidade de viver à altura de tal padrão?» . . .damo-nos conta de quão indignos e pecadores somos. E o resultado disso é que nos sentimos totalmente sem esperança nem socorro. Dizemos: «Como podemos viver segundo o Sermão da Montanha? Como pode alguém elevar-se ao nível de tal padrão? Precisamos de socorro e de graça. Onde obtê-los?» Eis a resposta: «Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á».

Essa é a conexão entre os dois trechos, e devemos dar graças a Deus por ela, porque, estando face a face com este glorioso Evangelho, temos de sentir-nos arruinados e indignos. Os insensatos que pensam no cristianismo somente em termos daquela pouca moralidade que eles mesmos podem produzir, nunca chegam a ver o que é o cristianismo. O padrão pelo qual somos confrontados é aquele que encontramos no Sermão da Montanha. Esse padrão esmaga a todos nós até ao chão, e somos levados a compreender nossa incapacidade e nossa desesperada necessidade de graça. Aí está a resposta; a solução nos está sendo oferecida. No versículo oitavo o Senhor repete a Sua oferta.
Autor: Martyn Lloyd-Jones
Studies in the Sermon on the Mount, ii, p. 198,9-

Fonte: [ Martyn Lloyd Jones ]
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sábado, 6 de novembro de 2010

O livro perfeito


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Tente não jogar fora nada do livro perfeito. O que você encontra nele permita que ali fique, e o faça seu para pregar conforme a analogia e o tamanho da fé. Aquilo que é digno de ser revelado por Deus é digno de nossa pregação - isso é o mínimo que posso dizer a respeito."Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus" (Mt 4.4; Dt 8.3). "Cada palavra de Deus é comprovadamente pura; ele é um escudo para quem nele se refugia" (Pv 30.5). Permita que cada verdade revelada seja apresentada a seu tempo. Não procure assunto em qualquer outro lugar, pois com tal infinitude de temas diante de você não há necessidade de assim fazer; com tão gloriosa verdade para pregar seria uma audaciosa crueldade fazer isso.

Autor:
Charles R. Spurgeon
FONTE: [ Cinco Solas ]
Via: [
Projeto Spurgeon ]

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

FRUTO


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Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. — João 15.5
Os frutos do Espírito são a única prova satisfatória de que somos crentes de verdade.

O discípulo que permanece em Cristo, como o ramo permanece na videira, sempre dará fruto.

Quem sabe o significado da palavra "fruto", não precisa esperar muito por uma resposta. Arrependimento diante de Deus, fé em nosso Senhor Jesus Cristo, santidade de vida e de conduta: essas características são o que o Novo Testamento chama de "fruto". Elas são as marcas distintivas dos ramos vivos da Videira verdadeira. Se faltarem, é inútil dizer que se tem graça e vida espiritual "dormentes". Onde não há frutos não há vida. Quem não tem esses sinais, mesmo vivo, está morto (1Timóteo 5.6).

Não podemos esquecer que a verdadeira graça jamais é inoperante. Ela nunca dormita nem dorme. É falsa a ideia de supormos que somos membros vivos de Cristo se não se vê em nosso caráter e vida o exemplo de Cristo. O "fruto" é a única prova satisfatória da união salvadora entre Cristo e nossa alma. Onde não há fruto do Espírito para ser visto, não há religião vital no coração. O Espírito de vida em Jesus Cristo sempre se dará a conhecer na conduta diária daqueles em que ele habita. O Mestre mesmo é quem declara: "cada árvore é conhecida pelo seu próprio fruto" (Lucas 6.44).

Deus sempre aumentará a santidade dos verdadeiros cristãos, pela maneira como os trata providencialmente. "Todo ramo", está escrito, "que dá fruto [ele] limpa, para que produza mais fruto ainda" [João 15.2]
O significado dessa linguagem é claro e imediato. Da mesma maneira que o vinhateiro poda os ramos da videira frutífera, para fazê-la mais frutífera ainda, assim também Deus purifica e santifica os crentes pelas circunstâncias da vida em que ele os coloca.

É esse o processo pelo qual ele os "purifica" e os faz ainda mais frutíferos.

[Para melhor proveito, leia João 15.1–11]

Autor: J. C. Ryle (1816–1900)
Fonte: Day by day with J. C. Ryle, Eric Russell, Christian Focus
Publications, p. 386
Tradutor: Marcos Vasconcelos
http://www.blogger.com/www.mensreformata.blogspot.com

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

RENOVAÇÃO


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"Mas os que esperam no SENHOR renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão". Isaías 40-31

Tudo na terra precisa ser renovado. nada que foi criado continua por si mesmo."Assim renovas a face da terra", declarou o salmista (sl 104.30) Até as árvores, que não se preocupam nem encurtam suas vidas com trabalho, precisam beber a chuva do céu e absorver os tesouros escondidos do solo. Os cedros do Líbano, que Deus plantou, só vivem porque dia a dia se enchem da seiva fresca tirada da terra. A vida do homem também não pode ser sustentada sem a renovação de Deus.

Assim como é necessário repor as perdas do corpo comendo com frequência, precisamos restaurar a alma alimentando-a com a Palavra de Deus, ouvindo a Palavra pregada.

Quão abatidos ficamos quando os recursos são negligenciados! Quão famintos espiritualmente estão alguns santos que vivem sem usar de modo diligente a Palavra de Deus e a oração. Se a nossa devoção pode permanecer sem Deus, não é criação divina; é apenas um sonho. Porque se fosse criação de Deus, esperaria nEle como as flores esperam o orvalho. Sem uma constante restauração, não estamos preparados para os ataques incessantes do inferno ou mesmo para os conflitos em nosso interior. Quando surge o furacão, ai das árvores que não absorvem a seiva fresca e não fixam suas raízes envolvendo-as na rocha. Quando vem a tempestade , ai dos marinheiros que não reforçam os mastros, não lançaram sua âncoras ou não procuraram um porto seguro.

Fiquemos perto do escabelo da misericórdia divina em petição humilde e zelosa, e veremos o cumprimento da promessa : "Os que esperam no Senhor renovarão suas forças".

FONTE: "O melhor de Charles Surgeon", publicado pela CPAD
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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Advertência!


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Nosso querido John Piper trata de um assunto, que, aqui no Brasil é tão complicado e está levando o povo evangélico cada vez mais longe da Palavra de Deus. Vale a pena ver, ouvir e repassar.
"Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos." (2 Tessalonicenses 2:9-10)



Fonte: [ Youtube ]
Via: [ Soberana Graça ]

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

JUSTIFICADOS


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"Justificados, pois, pela fé, tenhamos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo" (Romanos 5:1)

A palavra grega "dikaiwsiV" é traduzida como "justificação Rm 4:25, absolvição Rm 5:18", o que significa "o ato de Deus declarar certos homens isentos de condenação e aceitáveis a Ele"; também pode ser "o processo de absolvição"; o vocábulo origina-se da palavra "dikaiw" que significa "retamente; o ato de fazer justo e reto" O termo era aplicado aos cidadãos modelo no mundo greco-romano. Justificação é a ação de Deus em aprovar as pessoas de acordo com o Seu padrão de justiça.
A justiça de Deus é o padrão, não a justiça dos homens. A justiça de Deus é perfeita e ilimitada enquanto que a justiça dos homens é ínfima e imperfeita.

Mesmo que o homem seja correto e justo com todas as pessoas e intituições, sua justiça nunca o justificará diante de Deus. É possível ao homem justificar-se de acordo com seu padrão de justiça, mas isso não o capacita a ser justificado por Deus de acordo com o padrão Dele.

Justificação pela fé diante de Deus significa que somos aprovados por Deus de acordo com o Seu padrão de justiça. Deus pode justificar o homem porque a justiça é baseada na redenção de Cristo. Quando a redenção de Cristo é aplicada a nós, somos justificados. Se não houvesse tal redenção, seria impossível ser justificado por Deus. A redenção é a base da justificação.
Autor: Rubens Giglioni RosenheinFonte: [ Apontamentos Teológicos ]
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