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Um falso evangelho tem sido muito popular em nosso tempo. Há grande quantidade de falsos pregadores, de falsos profetas. O resultado deste fato é trágico, pois muitos continuam condenados ao inferno pensando que já estão salvos. Prezado leitor e leitora, responda-me: Você é membro de alguma Igreja? Se sim, responda: Você considera que devido a isso já está salvo, pois um dia tomou uma "decisão por Cristo"? Devo lhe dizer: Pode ser que você esteja enganado e que ainda esteja perdido, e é assim, visto que este falso evangelho tem permeado as igrejas, e feito muitos falsos crentes, e talvez você seja um destes. Não pense que estou sendo duro demais, pois tão somente sou como alguém que quer lhe prevenir de um grande perigo.
Por amor a sua alma avalie sua situação espiritual. Leia o texto abaixo e depois ouça a mensagem do Pr Edson seguindo o link indicado, e faça isso com oração diante de Deus. Pense: Eu realmente tenho crido no verdadeiro Evangelho de Cristo? E se você é um pastor, oh meu amigo, avalie seu ministério! Ouça esta pregação pensando: Eu realmente estou pregando o Verdadeiro Evangelho de Cristo? Que reflitamos com grande seriedade. Peço que leia o texto abaixo, ouça a pregação, e divulgue-a a seus conhecidos! Coelho Jr. Do blog A verdade está na Bíblia.
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sábado, 26 de fevereiro de 2011
O Verdadeiro Evangelho.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
AGORA E NO DIA ETERNO.
Agora e no Dia Eterno - C. H. Spurgeon
Postado por Charles Spurgeon / SOLA SCRIPTURA - Se você crê somente naquilo que gosta no evangelho e rejeita o que não gosta, não é no Evangelho que você crê,mas, sim, em si mesmo - AGOSTINHO.
A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno.
2 Pedro 3.18
O céu estará repleto dos incessantes louvores ao Senhor Jesus. A Ele seja a glória. O Senhor Jesus é "sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque" (Hebreus 5.6). A Ele seja a glória. O Senhor Jesus é Rei para sempre! Rei dos Reis e Senhor dos senhores, o Pai da Eternidade! A Ele seja a glória para sempre. Seus louvores nunca cessarão. Aquilo que foi comprado com sangue tem de subsistir, enquanto durar a imortalidade. A glória da cruz não pode ser eclipsada. O brilho do sepulcro e da ressurreição não pode ser ofuscado. Ó Senhor Jesus, Tu serás bendito para sempre! Enquanto espíritos imortais viverem — enquanto o trono do Pai permanecer — a Ele seja a glória.
Crente, você tem antecipado aquele tempo em que se reunirá aos santos no céu, atribuindo toda a glória ao Senhor Jesus; porém, você O está glorificando agora? As palavras do apóstolo são: "A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno". Esta será sua oração hoje: "Senhor, ajuda-me a glorificar-Te.
Eu sou pobre; ajuda-me a glorificar-Te por meio de meu contentamento. Estou necessitado; ajuda-me a honrar-Te por meio de minha paciência. Eu possuo talentos. Ajuda-me a exaltar-Te, usando-os para a tua glória. Eu tenho tempo; Senhor, ajuda-me a remi-lo, a fim de que possa servir-Te. Tenho um coração para sentir; Senhor, faze com que ele não sinta qualquer amor, exceto o teu e não brilhe com qualquer chama, exceto com a afeição por Ti.
Tenho uma mente para pensar; Senhor, ajuda-me a pensar em Ti. Tu me puseste neste mundo com algum propósito. Senhor, mostra-me qual é este propósito e ajuda-me a torná-lo o meu propósito de vida. Não posso fazer muito; todavia, assim como a viúva que ofertou suas pequenas moedas, que eram tudo o que ela possuía, também lanço o meu tempo e a eternidade em teu tesouro. Sou todo teu. Toma-me e capacita-me a glorificar-Te agora, em tudo o que digo, tudo o que faço e com tudo o que tenho".
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
IDOLÁTRIA
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1)
Introdução
A Igreja Católica
Apostólica Romana presta uma espécie de veneração especial a Maria, chamada
hiperdulia (algo como hiper veneração). Todos os demais santos são merecedores
apenas de dulia (veneração) e apenas a Deus é reservada a latria, que é a
adoração.
Teoricamente estas
definições podem até ser compreensíveis, porém a prática nos revela algo
totalmente diferente.
João Paulo II, grande
devoto de Nossa Senhora e que demonstrou isto em toda a sua trajetória como
pontífice disse o seguinte no encontro com os jovens na Basílica Vaticana em 10
de janeiro de 1979:
“O assunto, para o qual desejaria chamar a vossa atenção neste momento, está muito perto da vossa sensibilidade. Quereria, de fato, deter-me convosco a contemplar ainda a cena maravilhosa que o mistério do Natal nos colocou diante dos olhos. É cena que vos é familiar: muitos de vós reviveram-na ativamente nestes dias, construindo o presépio nas suas casas. Pois bem, entre os protagonistas desta cena, convido-vos esta manhã a olhar para Maria, a Mãe de Jesus e nossa Mãe."
A Igreja mesma nos
sugere esta atenção particular para com Nossa Senhora: quis que o Último dia da
oitava do Natal, e primeiro dia do ano novo, fosse consagrado à celebração da
Maternidade de Maria. É evidente, pois, a intenção de dar realce ao
“lugar” da Mãe, diria à “dimensão maternal” de
todo o mistério do nascimento humano de Deus.
Não é intenção sua que
isto se manifeste só neste dia. A veneração da Igreja para com Nossa Senhora —
veneração que supera o culto de qualquer outro santo e toma o nome de
“hiperdulia” — invade todo o ano litúrgico.” [1]
Esta é uma pequena
demonstração de como a ICAR tem voltado o seu foco sistematicamente para Maria,
tirando-o do único e verdadeiro Salvador, Jesus Cristo.
2) O surgimento do
rosário
Um instrumento poderoso
para este desvio do foco em Cristo, o Santo Rosário, surgiu aproximadamente no
ano 800 e consistia na reza de 150 pais-nossos pelos leigos que não sabiam ler,
de forma a imitar os monges que rezavam os Salmos (150). Com o passar do tempo
formaram-se outros três saltérios com 150 aves-Maria, 150 louvores em honra a
Jesus e 150 louvores em honra a Maria. O Rosário como conhecemos hoje surgiu em
1206, quando a Virgem teria supostamente aparecido a São Domingos e revelado que
era uma arma poderosa para a conversão dos hereges e outros pecadores. O
primeiro documento impresso que explica claramente como rezar o rosário surgiu
em Colônia, na Alemanha, em 1476.
Ao longo do tempo recebeu
algumas implementações, sendo a última em 16/10/2002 através da Carta Apostólica
Rosarium Virginis Mariae [2] publicada pelo papa João Paulo II em que
adicionou-se mais 50 aves-Maria e 5 pais-Nosso sob o título de Mistérios
Luminosos [3] aos já rezados mistérios gozosos, mistérios dolorosos e mistérios
gloriosos. Desde tal data o rosário passou a ser composto por 212 aves-Maria, 4
salve-rainhas e 24 pais-nosso [4]. Pela distribuição das rezas fica notável que
o foco não é Cristo, mas sim Maria.
3) “Revelações”
acerca do rosário
Muitas são as informações
que os católicos recebem acerca de diversas supostas aparições de Maria com uma
mensagem de estímulo à reza do seu rosário:
“Quero que saiba que, a principal peça de combate tem sido sempre o saltério Angélico (Rosário) que é a pedra fundamental do novo testamento. Assim quero que alcances estas almas endurecidas e as conquiste para Deus, com a oração do meu saltério” esta frase teria sido dita a São Domingo em uma aparição da Virgem Maria dos Católicos.
À Beata Alexandrina de
Balasar, nascida em 1904 e falecida em 1955, a ICAR afirma que Nossa Senhora
muitas vezes lhe falou do rosário, recomendando-o como arma eficaz contra as
ciladas do demônio e como oração que agrada a Jesus, porque honra Maria, sua
Mãe.
A ICAR diz que a reza do
rosário agrada a Cristo, porém ela leva seus praticantes a distanciarem-se do
nosso Senhor e Salvador e ter como foco principal a mãe de Jesus.
Dentre as muitas
“revelações” dadas pela senhora dos católicos acerca do seu rosário, uma em
especial é objeto deste artigo, pois faz com que os rezadores do terço deixem de
depositar sua confiança em Cristo, nosso Senhor e único Salvador, e passem e
esperar em Maria.
4) As 15 promessas
do Santo Rosário
Alain de la Roche, titulado
beato pela ICAR, nascido na França em 1428 e falecido na Holanda em 1475, afirma
ter recebido uma mensagem especial de Maria acerca do seu rosário. Segundo ele,
a senhora dos católicos lhe revelou 15 promessas para os que rezassem o rosário
devotamente. Abaixo faremos um confronto entre estas promessas e o que a Bíblia
nos diz acerca do que foi prometido:
1) A todos aqueles
que recitarem o meu Rosário prometo a minha especialíssima
proteção.
O SENHOR é a minha luz
e a minha salvação; a quem temerei? O SENHOR é a força da minha vida; de quem me
recearei? [Sl 27:1]
O SENHOR está comigo;
não temerei o que me pode fazer o homem. [Sl 118:6]
Eu, porém, cantarei a
tua força; pela manhã louvarei com alegria a tua misericórdia; porquanto tu
foste o meu alto refúgio, e proteção no dia da minha angústia. [Sl
59:16]
2) Quem
perseverar na reza do meu Rosário, receberá graças
potentíssimas.
Porque o SENHOR Deus é
um sol e escudo; o SENHOR dará graça e glória; não retirará bem algum aos que
andam na retidão. [Sl 84:11]
O homem de bem
alcançará o favor do SENHOR, mas ao homem de intenções perversas ele
condenará. [Pv 12:2]
Bem-aventurado o homem
que me dá ouvidos, velando às minhas portas cada dia, esperando às ombreiras da
minha entrada. Porque o que me achar, achará a vida, e alcançará o favor do
SENHOR. [Pv 8:34-35]
3) O Rosário será
uma arma potentíssima contra o inferno, destruirá os vícios, dissipará o pecado
e derrubará as heresias.
Tenho posto o SENHOR
continuamente diante de mim; por isso que ele está à minha mão direita, nunca
vacilarei. Portanto está alegre o meu coração e se regozija a minha glória;
também a minha carne repousará segura. Pois não deixarás a minha alma no
inferno, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção. [Sl 16:8-10]
Porque, como pela
desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela
obediência de um muitos serão feitos justos. Veio, porém, a lei para que a
ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça; Para que,
assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a
vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor. [Rm 5:19-21]
Porque as obras da
carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia,
Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas,
dissensões, heresias, Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas
semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que
os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus. Mas o fruto do Espírito
é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão,
temperança. Contra estas coisas não há lei. [Gl 5:19-23]
4) O Rosário fará
reflorir as virtudes, as boas obras e obterá às almas as mais abundantes
misericórdias de Deus.
E que direis se Deus,
querendo mostrar a sua ira, e dar a conhecer o seu poder, suportou com muita
paciência os vasos da ira, preparados para a perdição;
Para que também desse a
conhecer as riquezas da sua glória nos vasos de misericórdia, que para glória já
dantes preparou [Rm 9:22-23]
Mas Deus, que é
riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, Estando nós
ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça
sois salvos), E nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos
lugares celestiais, em Cristo Jesus; [Ef 2:4-6]
As misericórdias do
SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não
têm fim; Novas são cada manhã; grande é a tua fidelidade. [Lm 3:22-23]
5) Quem confiar-se
a Mim, com o Rosário, não será nunca oprimido pelas adversidades.
Tenho-vos dito isto,
para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu
venci o mundo. [Jo 16:33]
E a paz de Deus, que
excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos
em Cristo Jesus. [Fp 4:7]
Vinde a mim, todos os
que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo,
e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para
as vossas almas. [Mateus 11:28,29]
6) Quem quer que
recitar devotadamente o Santo Rosário, com a meditação dos Mistérios, se
converterá se pecador, crescerá em graça se justo e será feito digno da vida
eterna.
Todavia digo-vos a
verdade, que vos convém que eu vá; porque, se eu não for, o Consolador não virá
a vós; mas, quando eu for, vo-lo enviarei. E, quando ele vier, convencerá o
mundo do pecado, e da justiça e do juízo. [Jo 16:7-8]
Antes crescei na graça
e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a
glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém. [2Pe 3:18]
Porque pela graça sois
salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras,
para que ninguém se glorie; [Ef 2:8-9]
7) Os devotos do
Meu Rosário na hora da morte, não morrerão sem os sacramentos.
A saber: Se com a tua
boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou
dentre os mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e
com a boca se faz confissão para a salvação. [Rm 10:9-10]
8 ) Aqueles que
rezam o Meu Rosário encontrarão, durante sua vida e na hora de sua morte, a luz
de Deus e a plenitude das suas graças e participarão aos méritos dos abençoados
no Paraíso.
Eu sou o caminho, e a
verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. [João 14:6]
9) Eu libertarei,
todos os dias, do Purgatório, as almas devotas do Meu Rosário.
Porque pela graça sois
salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras,
para que ninguém se glorie; [Ef 2:8-9]
Então dirá o Rei aos
que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o
reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; (…) Então dirá também
aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo
eterno, preparado para o diabo e seus anjos; (…) E irão estes para o tormento
eterno, mas os justos para a vida eterna. [Mt 25:34,41,46] (não existe
purgatório na Bíblia)
10) Os verdadeiros
filhos do Meu Rosário gozarão de uma grande alegria no Céu.
…eu vim para que tenham
vida e a tenham em abundância. [João 10:10b]
Nunca mais terão fome,
nunca mais terão sede; nem cairá sobre eles o sol, nem calor algum; porque o
Cordeiro que está no meio, diante do trono, os apascentará e os conduzirá às
fontes das águas da vida; e Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima.
[Apoc. 7:16,17]
11) Aquilo que se
pedir com o Rosário se obterá.
E tudo quanto pedirdes
em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. [Jo
14:13]
Eu sou o SENHOR; este é
o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às
imagens de escultura. [Is 42:8]
12) Aqueles que
propagarem o Meu Rosário serão por mim socorridos em todas as suas
necessidades.
Deus é o nosso refúgio
e fortaleza, socorro bem presente na angústia. [Is 46:1]
13) Eu consegui do
Meu Filho que todos os devotos do Rosário tenham, por irmãos em sua vida e na
hora de sua morte, os Santos do Céu.
E em nenhum outro há
salvação; porque debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, em
que devamos ser salvos. [Atos 4:12]
14) Aqueles que
recitarem o Meu Rosário fielmente serão todos filhos meus amantíssimos, irmãos e
irmãs de Jesus.
Porque não recebestes o
espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o
Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai.O mesmo Espírito
testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. E, se nós somos filhos,
somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus, e co-herdeiros de Cristo: se é
certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados.
[Rm 8:15]
15) A devoção do
Santo Rosário é um grande sinal de predestinação.
Nele (Cristo), digo, em
quem também fomos feitos herança, havendo sido predestinados, conforme o
propósito daquele que faz todas as coisas, segundo o conselho da sua
vontade; [Ef 1:11]
Estes combaterão contra
o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos
reis; vencerão os que estão com ele, chamados, e eleitos, e fiéis. [Ap
17:14]
5)
Conclusão
É notório que a ICAR tem
permitido e incentivado que seus fiéis afastem-se da verdadeira adoração ao
único e exclusivo Senhor e Salvador Jesus Cristo ao desviarem seu foco para a
mãe de Jesus, Maria, transformando-a em objeto de esperança [Rm 5:1-2] [Ef
4:4-6] [Cl 1:26-28] [1Ts 1:2-4] [2Ts 2:16] [1Tm 1:1] [Hb 10:23] [1Pe 1:21]
O conhecimento da Bíblia
Sagrada, lida sem o filtro da tradição e do magistério, mas sim sob a iluminação
do Espírito Santo nos revela o quão equivocada é a atitude de rezar para quem
não pode salvar e esperar nas promessas de quem não pode cumpri-las.
Somente o Senhor Jesus é
capaz de nos proteger, salvar, livrar do mal e dar Sua graça e misericórdia,
pois em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome
há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos. [At 4:12]
Caminhemos firmes olhando
sempre para o autor e consumador de nossa fé, Jesus Cristo [Hb 12:2], esperando
apenas Nele.
Notas
[1] http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/speeches/1979/january/documents/hf_jp-ii_spe_19790110_giovani_po.html acessado em 23/08/2008.
[2]http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/apost_letters/documents/hf_jp-ii_apl_20021016_rosarium-virginis-mariae_po.html acessada em 23/08/2008
[3] http://www.vatican.va/special/rosary/documents/misteri_luminosi_po.html acessada em 23/08/2008
[4] Além das 50 aves-Maria e dos 5 pais-nosso de cada terço, há também outras repetições destas rezas e de algumas outras no decorrer de cada terço rezado.
[1] http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/speeches/1979/january/documents/hf_jp-ii_spe_19790110_giovani_po.html acessado em 23/08/2008.
[2]http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/apost_letters/documents/hf_jp-ii_apl_20021016_rosarium-virginis-mariae_po.html acessada em 23/08/2008
[3] http://www.vatican.va/special/rosary/documents/misteri_luminosi_po.html acessada em 23/08/2008
[4] Além das 50 aves-Maria e dos 5 pais-nosso de cada terço, há também outras repetições destas rezas e de algumas outras no decorrer de cada terço rezado.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
PASTOREAR
Os pastores precisam saber
Que o Evangelho de Jesus não é um produto a ser "vendido" pela Igreja.
Que os membros ou visitantes não são clientes a serem conquistados com promoções (campanhas) ou ou produtos que sejam mais atraentes.
Que as demais igrejas não são concorrentes num mercado já saturado.
Que o púlpito não é um balcão de venda.
Que a verdadeira pregação do Evangelho envolve perdão, arrependimento, renúncia, salvação, céu, inferno, graça, dentre outros pontos fundamentais.
Que êxito ministerial não se comprova com números, mas com vidas salvas, famílias restauradas pelo poder do Evangelho, a Igreja edificada na doutrina dos apóstolos e fidelidade à sã doutrina.
Que a sua missão como líder não é preparar as pessoas para viverem aqui. Disse Jesus: vocês não são daqui, como eu também não sou.
Que a mensagem da Segunda Vinda de Jesus deve estar mais presente nos sermões.
Que a igreja caminha para a direção que o líder orienta.
Que os membros da igreja são livres para ir e vir.
Que atualização e reciclagem são fundamentais até mesmo para o anjo da igreja.
Que os membros da sua família são suas principais ovelhas.
Que segundo o salmo 23 pastorear envolve cuidado, atenção, proteção, sustento e direção.
Que segundo Jesus Cristo pastorear é um ato de amor (Pedro, tu me amas, apascenta minhas ovelhas).
AUTOR: Pr.Valdivan Nascimento
VIA: Blog Para aonde iremos nós?
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
purificacão
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O Senhor nos justificou em Cristo, movido por sua soberana misericórdia. Tal coisa é impossível à lei fazer. Todavia, visto que esta cláusula é por demais notável, examinemos cada uma de suas partes.
O apóstolo afirma em termos claros que os nossos pecados foram expiados pela morte de Cristo, visto que era impossível que a lei nos conferisse a justiça. Daqui se infere que muito mais nos é ordenado na lei do que somos capazes de fazer. Se fôssemos capazes de cumprir a lei, não teria sido necessário buscar remédio em outra fonte. Portanto, é simplesmente absurdo medir a força humana pelos preceitos da lei, como se Deus, ao ordenar o que é justo, houvera considerado o caráter e a extensão de nossas faculdades.
No que estava enferma pela carne. Para que ninguém imaginasse que o apóstolo estava sendo irreverente, acusando a lei de enferma, ou restringindo-a às simples observâncias cerimoniais, ele expressamente afirma que esta defecção não era devido a alguma falha na lei, e, sim, às corrupções de nossa carne. E preciso admitir que, se alguém pudesse satisfazer a lei divina em termos absolutos, então o mesmo seria justo diante de Deus. Portanto, o apóstolo não nega que a lei seja suficiente para justificar-nos no que respeita à doutrina, visto que a mesma contém a norma perfeita de justiça. Contudo, visto que nossa carne não atinge essa justiça, todo o poder da lei falha e se desvanece. Por isso não é difícil refutar o erro ou, antes, a ilusão daqueles que imaginam que Paulo está privando somente as cerimônias da virtude de justificar. Porquanto Paulo expressamente põe a culpa em nós mesmos, e declara que ele não encontra falha na própria doutrina da lei.
Além do mais, é preciso que entendamos a enfermidade da lei no sentido em que o apóstolo usualmente toma a palavra, a qual significa não simplesmente uma leve fraqueza, e, sim, impotência. Ele adota este sentido com o fim de enfatizar que não é absolutamente a função da lei conceder justiça. Vemos, pois, que estamos inteiramente excluídos da justiça de Cristo, visto que não pode haver justiça em nós mesmos. Tal conhecimento é especialmente necessário, porque jamais seremos vestidos com a justiça de Cristo, a menos que antes saibamos com certeza que não possuímos em nós qualquer justiça que mereça chamar-se nossa. A palavra carne é sempre usada no mesmo sentido, significando nós próprios. A corrupção, pois, de nossa natureza torna a lei de Deus de nenhuma utilidade para nós. Embora nos mostre o caminho da vida, ela não nos impede de nos precipitarmos de ponta cabeça na morte.
Isso fez Deus enviando seu próprio Filho. Ele agora mostra a maneira como nosso Pai celestial nos restaurou à justiça por intermédio de seu Filho. O Pai condenou o pecado na carne de Cristo, ou seja: ao cancelar o escrito de dívida [Cl 2.14], ele aboliu a culpa que nos mantinha condenados na presença de Deus. A condenação proveniente do pecado nos trouxe para a justiça, porque, visto que nossa culpa foi desfeita, estamos absolvidos, de sorte que Deus nos considera justos. Em primeiro lugar, contudo, Paulo afirma que Cristo foi enviado, a fim de lembrar-nos que a justiça de forma alguma reside em nós, já que devemos buscá-la nele. E em vão que os homens confiam em seus próprios méritos, porquanto são justos somente através do beneplácito de outro, ouse apropriam da justiça procedente da expiação que Cristo efetuou em sua carne. Cristo, diz ele, veio na semelhança de carne pecaminosa. Embora a carne de Cristo fosse incontaminada por qualquer mancha, ela tinha a aparência de pecaminosidade, visto que levava em si o castigo devido aos nossos pecados. Certamente, a morte manifestava, na carne de Cristo, cada partícula de seu poder, como se sua carne se sujeitasse [espontaneamente] à morte. Visto que nosso Sumo Sacerdote tinha que aprender, de experiência própria, o que significa participar da fraqueza [Hb 4.15], aprouve a Cristo carregar nossas enfermidades, a fim de poder inclinar-se para nós com mais compaixão. Neste aspecto, também, transpareceu nele uma certa semelhança [—imago] com a nossa natureza pecaminosa.
- ( Rm 8.3 ) -
O Senhor nos justificou em Cristo, movido por sua soberana misericórdia. Tal coisa é impossível à lei fazer. Todavia, visto que esta cláusula é por demais notável, examinemos cada uma de suas partes.
O apóstolo afirma em termos claros que os nossos pecados foram expiados pela morte de Cristo, visto que era impossível que a lei nos conferisse a justiça. Daqui se infere que muito mais nos é ordenado na lei do que somos capazes de fazer. Se fôssemos capazes de cumprir a lei, não teria sido necessário buscar remédio em outra fonte. Portanto, é simplesmente absurdo medir a força humana pelos preceitos da lei, como se Deus, ao ordenar o que é justo, houvera considerado o caráter e a extensão de nossas faculdades.
No que estava enferma pela carne. Para que ninguém imaginasse que o apóstolo estava sendo irreverente, acusando a lei de enferma, ou restringindo-a às simples observâncias cerimoniais, ele expressamente afirma que esta defecção não era devido a alguma falha na lei, e, sim, às corrupções de nossa carne. E preciso admitir que, se alguém pudesse satisfazer a lei divina em termos absolutos, então o mesmo seria justo diante de Deus. Portanto, o apóstolo não nega que a lei seja suficiente para justificar-nos no que respeita à doutrina, visto que a mesma contém a norma perfeita de justiça. Contudo, visto que nossa carne não atinge essa justiça, todo o poder da lei falha e se desvanece. Por isso não é difícil refutar o erro ou, antes, a ilusão daqueles que imaginam que Paulo está privando somente as cerimônias da virtude de justificar. Porquanto Paulo expressamente põe a culpa em nós mesmos, e declara que ele não encontra falha na própria doutrina da lei.
Além do mais, é preciso que entendamos a enfermidade da lei no sentido em que o apóstolo usualmente toma a palavra, a qual significa não simplesmente uma leve fraqueza, e, sim, impotência. Ele adota este sentido com o fim de enfatizar que não é absolutamente a função da lei conceder justiça. Vemos, pois, que estamos inteiramente excluídos da justiça de Cristo, visto que não pode haver justiça em nós mesmos. Tal conhecimento é especialmente necessário, porque jamais seremos vestidos com a justiça de Cristo, a menos que antes saibamos com certeza que não possuímos em nós qualquer justiça que mereça chamar-se nossa. A palavra carne é sempre usada no mesmo sentido, significando nós próprios. A corrupção, pois, de nossa natureza torna a lei de Deus de nenhuma utilidade para nós. Embora nos mostre o caminho da vida, ela não nos impede de nos precipitarmos de ponta cabeça na morte.
Isso fez Deus enviando seu próprio Filho. Ele agora mostra a maneira como nosso Pai celestial nos restaurou à justiça por intermédio de seu Filho. O Pai condenou o pecado na carne de Cristo, ou seja: ao cancelar o escrito de dívida [Cl 2.14], ele aboliu a culpa que nos mantinha condenados na presença de Deus. A condenação proveniente do pecado nos trouxe para a justiça, porque, visto que nossa culpa foi desfeita, estamos absolvidos, de sorte que Deus nos considera justos. Em primeiro lugar, contudo, Paulo afirma que Cristo foi enviado, a fim de lembrar-nos que a justiça de forma alguma reside em nós, já que devemos buscá-la nele. E em vão que os homens confiam em seus próprios méritos, porquanto são justos somente através do beneplácito de outro, ouse apropriam da justiça procedente da expiação que Cristo efetuou em sua carne. Cristo, diz ele, veio na semelhança de carne pecaminosa. Embora a carne de Cristo fosse incontaminada por qualquer mancha, ela tinha a aparência de pecaminosidade, visto que levava em si o castigo devido aos nossos pecados. Certamente, a morte manifestava, na carne de Cristo, cada partícula de seu poder, como se sua carne se sujeitasse [espontaneamente] à morte. Visto que nosso Sumo Sacerdote tinha que aprender, de experiência própria, o que significa participar da fraqueza [Hb 4.15], aprouve a Cristo carregar nossas enfermidades, a fim de poder inclinar-se para nós com mais compaixão. Neste aspecto, também, transpareceu nele uma certa semelhança [—imago] com a nossa natureza pecaminosa.
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