terça-feira, 2 de novembro de 2010

Advertência!


.
Nosso querido John Piper trata de um assunto, que, aqui no Brasil é tão complicado e está levando o povo evangélico cada vez mais longe da Palavra de Deus. Vale a pena ver, ouvir e repassar.
"Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos." (2 Tessalonicenses 2:9-10)



Fonte: [ Youtube ]
Via: [ Soberana Graça ]

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

JUSTIFICADOS


.
"Justificados, pois, pela fé, tenhamos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo" (Romanos 5:1)

A palavra grega "dikaiwsiV" é traduzida como "justificação Rm 4:25, absolvição Rm 5:18", o que significa "o ato de Deus declarar certos homens isentos de condenação e aceitáveis a Ele"; também pode ser "o processo de absolvição"; o vocábulo origina-se da palavra "dikaiw" que significa "retamente; o ato de fazer justo e reto" O termo era aplicado aos cidadãos modelo no mundo greco-romano. Justificação é a ação de Deus em aprovar as pessoas de acordo com o Seu padrão de justiça.
A justiça de Deus é o padrão, não a justiça dos homens. A justiça de Deus é perfeita e ilimitada enquanto que a justiça dos homens é ínfima e imperfeita.

Mesmo que o homem seja correto e justo com todas as pessoas e intituições, sua justiça nunca o justificará diante de Deus. É possível ao homem justificar-se de acordo com seu padrão de justiça, mas isso não o capacita a ser justificado por Deus de acordo com o padrão Dele.

Justificação pela fé diante de Deus significa que somos aprovados por Deus de acordo com o Seu padrão de justiça. Deus pode justificar o homem porque a justiça é baseada na redenção de Cristo. Quando a redenção de Cristo é aplicada a nós, somos justificados. Se não houvesse tal redenção, seria impossível ser justificado por Deus. A redenção é a base da justificação.
Autor: Rubens Giglioni RosenheinFonte: [ Apontamentos Teológicos ]
.

domingo, 31 de outubro de 2010

O Sacrifício Perfeito


.

"Assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação." Hebreus 9:28

Muitas religiões têm adotado como uma de suas principais doutrinas, a oferta de sacrifícios. Sacrifícios por cura, por prosperidade, por proteção etc. Incluindo o sacrifício por perdão de pecados. Contudo, o problema maior é sacrificar por uma vida eterna no Reino Celestial. Com isso, algumas práticas piedosas como o jejum, viraram sinônimo de sacrifício. Será que um simples sacrifício físico é o suficiente para purificar alguém espiritualmente?

Sacrifícios no Antigo Testamento

No Antigo Testamento encontramos diversas formas de sacrifícios, e o próprio Deus ordenou a maioria delas. Entre tantos textos que abordam o assunto, Levítico 17:11, parece nos dá uma idéia central desta prática, com isto, podemos dizer que a vida é sagrada por que pertence a Deus, só Ele é Senhor da vida, os judeus sabiam que a vida estava no sangue, desta forma Deus ordenou que os mesmos não o comecem, sabendo também por oferecer sacrifícios, que o sangue é que seria aspergido como expiação (resgate) pelo ofertante. O adorador era purificado pelo sangue do animal morto, pois simbolicamente havia substituição e o sangue redimia a vida. Contudo, vemos que todo este contexto do povo de Deus, é um período transitório, “Por que é impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados.” Hb 10:4. Ao mesmo tempo em que os sacrifícios são ineficazes para aperfeiçoar aquele que presta culto, Hb 9:9, ou seja, não produz efeitos, que tornem o ofertante perfeito, mais adiante fala que foram impostos apenas até o período da reforma, Hb 9:10, toda reforma precisa de um reformador e quando se reforma, é para que passe a produzir efeitos. Pois diz O Senhor “Firmarei nova aliança com a casa de Israel e Judá” Jr 31:31-34. Evidentemente, quando diz Nova, torna antiquada a primeira. Hb 8: 13. Porém, sabemos que Cristo é o mediador da Nova Aliança, mensageiro de um novo tempo.

Sacrifício Perfeito e Eficaz

Os Sacrifícios do Passado tipificavam o sacrifício perfeito de Cristo. 1cor 5:7. Ef 5:2.

Perfeito por ser realizado por um sumo sacerdote que não tem necessidade como os demais, de oferecer todos os dias sacrifícios, por que fez isto uma vez por todas, quando a si mesmo se ofereceu, Hb 9:27. Jesus ofereceu um único sacrifício pelos pecados do homem, e assentou-se a destra de Deus, por que com uma única oferta aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados. Hb 10:12-15. Desta forma, podemos entender que onde há remissão, não pode haver oferta por parte do homem para remissão de pecados, pois já foi remido em Cristo. Hb 10:18. Mas então, por que tantos ainda se confundem na prática de oferta de sacrifícios próprios em busca de Salvação? É claro que o que reina é simplesmente uma interpretação errada da Palavra de Deus, unindo-se a um conjunto de dogmas humanos, pois concentram suas intenções nos sacrifícios, e o prazer de Deus não está nos sacrifícios e sim em obediência, fato este esquecido, por tais pessoas, I Samuel 15:22. O senhor quer que cresçamos em conhecimento de Deus, Os 6:6. Pois na oferta do corpo de Jesus é que fomos santificados uma vez por todas pela vontade de Deus Hb 10:10. O que falta a estes falsos adoradores é oferecer seus corpos como sacrifício vivo e agradável a Deus, esse é um culto racional. Rm 12:1.

Conclusão

Vemos na Bíblia, que todo sacerdote se apresenta dia após dia, a oferecer sacrifícios que nunca, jamais podem remover pecados. Hb 10:12. Não se pode conseguir a salvação por outro sacrifício a não ser o de Cristo, e a Salvação vem pela obediência a seu autor eterno, o Senhor Jesus Cristo. Hb 5:9.

Autor: Pr. Josué Barbosa
Fonte: [ Ultimato ]

.

sábado, 30 de outubro de 2010

Examine as Escrituras!


.
O apóstolo Paulo escrevendo a sua carta aos Efésios trata de um assunto importante para os nossos dias: “... não sejamos mais meninos, inconstantes, levados ao redor por todo o vento de doutrina”. Creio profundamente que devemos examinar essa orientação bem de perto diante de tantas bobagens adentrando em nossas igrejas como também ensinamentos que não estão de acordo com sã doutrina das Escrituras.

Diz o apóstolo que devemos deixar de sermos “meninos”. Essa colocação paulina é importante ser notada, pois ele usa a figura da criança para falar do nosso comportamento e desenvolvimento como servos de Cristo.

Quais seriam as suas características?

Bem, as crianças são instáveis, volúveis, indoutas. Gostam de novidade, de brincadeiras, entretenimento e agitação; não gostam de ser levadas a pensar e a raciocinar. São predispostas a espetáculos e ao ilusório, mas, sobretudo, tem a tendência de deixar-se enganar pelo que é falso. Assim sendo, parece que a idéia do apostolo era em relação às pessoas agindo e sendo vítimas como crianças em sua caminhada cristã. E quando olhamos o nosso contexto percebemos também no meio evangélico homens falsos, trapaceiros e astutos enganando a muitos com suas simulações e desonestidades, ensinando uma doutrina doente e que na verdade não passam de pessoas que deliberadamente atendem aos seus próprios interesses e crentes instáveis, enredados por qualquer novidade, em busca de coisas prontas, promessas antibíblicas, agitação, crente que não pensa e que não examina as Escrituras, como os bereanos, que liam a Palavra para conferir se o que ouviam eram de fato os ensinos das sagradas Escrituras.

Diante desta lamentável situação não podemos nos comprometer com esses traiçoeiros e atraentes pregadores que dizem que estão falando da parte de Deus e na verdade estão dizendo mentiras e um evangelho distorcido sem o poder de Deus; e devemos lutar contra essa vergonha como se fosse lutar contra a própria peste na terra. Não se desvie por algum ensino pérfido que se mascara com o nome de cristianismo, no entanto, não passa de mentira e estratagema do próprio satanás.

Saí fora dessas perigosas e falsas doutrinas, e seja um crente bereano, maduro, com discernimento espiritual para combater essas idéias filosóficas existencialistas e humanistas que ferem diretamente aos princípios fundamentais da nossa fé cristã.

Termino por agora com as palavras do puritano Richard Baxter sobre as direções e persuasões seguras:

“Se você não quer que a obra da sua conversão venha a ser abortada, uma vez entendido o que lhe é oferecido, 'examine as Escrituras todos os dias para ver se as coisas são de fato assim ou não' (At 17:11).

Assim fizeram os Bereanos, e o texto 'diz que por causa disso creram' (At 17:12). Nós não queremos enganá-lo, por isso não queremos que você aceite qualquer coisa que dissermos, mas aquilo que pudermos provar pela palavra de Deus ser realmente verdade. Não desejamos guiá-lo nas trevas, mas, pela luz do evangelho, queremos retirá-lo das trevas. Assim sendo, não recusamos submeter toda a nossa doutrina a um teste justo. Embora não desejemos que você se torne culpado por desconfiar de nós injustamente, ainda assim, não desejamos que aceite este ensinos importantes e preciosos, confiado meramente nas nossas palavras; porque neste caso, a sua fé seria colocada no homem; e, então seria de admirar que viesse a ser fraca, ineficaz, e facilmente abalada. Você pode confiar em um homem hoje e não mais confiar amanhã; um homem pode merecer o maior crédito de você este ano, mas no ano seguinte pode ser que outro homem, com pensamentos contrários, venha a merecer mais crédito aos seus olhos. Assim, não queremos que acredite em nós mais do que o suficiente para conduzí-lo a Deus, e para que o ajudemos a entender aquelas palavras nas quais você precisa crer.

O nosso desejo, portanto, consiste em que você examine as Escrituras, e teste se as coisas que lhe dizemos são verdadeiras. A nossa palavra nunca alcançará o seu propósito em você, até que veja e ouça a Deus nelas, e compreenda que é Ele, e não apenas homens, quem está lhe falando”.[1]

Pense nisso e examine as Escrituras!.

Marcos Sampaio
________________________________________
NOTA:
[1] BAXTER, Richard; Medita estas Coisas, Editora Clássicos Evangélicos.
Fonte: [ Olhar Protestante ]

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Medite e dê frutos


.
Charles Spurgeon
Banco da Fé
02 de Abril

Medita estas coisas; ocupa-te nelas, para que o teu aproveitamento seja manifesto a todos.” (1Tm 4:15 ACF[*])

Aqui temos praticamente a promessa de que com a meditação atenta e entregando-nos completamente à obra do Senhor, realizaremos progressos tão manifestos que todos os poderão ver. Tiraremos proveito da Palavra de Deus, não a lendo apressadamente, mas meditando-a profundamente. Avançaremos no conhecimento de Deus, não pelo número de obras feitas com negligência, mas entregando-nos inteiramente ao trabalho que empreendermos. Em todo o trabalho há fruto, com tal que não seja feito com pressas e sem colocar-nos nele todo o nosso coração.

Se nos dividirmos entre Deus e Mamon, entre Cristo e nós mesmos, não faremos progresso algum. Temos de nos entregar inteiramente às coisas de Deus; do contrário, seremos uns pobres comerciantes nos negócios celestiais, e jamais obteremos algum lucro para o nosso inventário.

Sou eu um servo fiel do Senhor? Devo sê-lo inteiramente e não esbanjar as energias em coisas secundárias. Que nos devem importar os partidos políticos, ou as vãs diversões? Sou cristão? Que o serviço do Jesus seja a minha constante ocupação, o trabalho da minha vida e a minha única solicitude. Devemos estar com Jesus; de outra sorte nada adiantaremos, nem tiraremos proveito, e nem a Igreja, nem o mundo sentirão aquela influência poderosa que Ele deseja que exerçamos .

tradução: Carlos A. Rocha

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A PALAVRA DE DEUS

A Bíblia é suficiente para você?
.

Salmo 119.96 – “toda perfeição tem o seu limite; mas o mandamento do Senhor é ilimitado.”
Salmo 19.7 – “a lei do Senhor é perfeita e restaura a alma”
Dizer que algo é suficiente é dizer que não precisa de substitutos, nem complementos. De fato a Bíblia não necessita de substitutos nem de complementos. Tudo o que precisamos saber sobre Deus está na Bíblia. Os textos bíblicos acima declaram esta suficiência usando o adjetivo perfeição. Assim, a Bíblia é suficiente em si mesma, ou seja, por sua própria definição.
Mas a Bíblia é suficiente para você?
Uma boa forma de aferirmos essa suficiência em nossa experiência é refletir sobre como podemos nos aproximar do Livro Sagrado. Citaremos brevemente, a seguir, algumas formas negativas de aproximação e concluiremos com o testemunho da própria Bíblia de sua suficiência, com o intuito de incitar-nos a uma aproximação saudável:
(os títulos que utilizaremos nas descrições são meramente ilustrativos, ou seja, não os usamos aqui em seu sentido etimológico mais profundo)
Intelectuais–são aqueles que lêem de uma forma seca e técnica. Utilizam-se de uma mente arguta e altamente curiosa para “dissecar” o livro, pela sua riqueza histórica e literária. A seguir escrevem livros e mais livros apontando a complexidade das descobertas, e de fato, são importantes em alguma medida. Mas, para estes a Bíblia não é suficiente, pois tanto faz ser a Bíblia ou outra obra literária histórica qualquer. Para estes logicamente a Bíblia não passa de um mero objeto de pesquisa.
Pragmáticos–são aqueles que querem lições para viver bem, ajudar os filhos, vizinhos e colegas. São caçadores da funcionalidade do texto na solução de suas dificuldades diárias. Para estes, a Bíblia também não se mostrará suficiente, pois logo ganhará a preferência o que responder de forma mais prática e imediata às questões inquietantes do dia a dia. Não importa princípios, ética ou verdade, mas se funciona. Aí, tanto faz o Apóstolo Paulo, Içami Tiba, Augusto Cury ou qualquer outro autor. O que “funcionar” primeiro ganha.
Sentimentais–são os que buscam histórias emocionantes e inspiradoras. Poesia, parábolas e provérbios são apreciados. Logo desenvolvem uma teologia marcada pelo humanismo, pelas frases de efeito, pela filosofia barata e pela exaltação da auto-estima. Para estes, os gurus da auto-ajuda convivem no mesmo plano dos autores bíblicos. Para estes também, aqueles que buscam conhecimento de toda verdade de Deus revelada nas Escrituras são chamados de “teólogos, ortodoxos e fundamentalistas” da forma mais pejorativa possível.
Pregadores–procuram na Bíblia apenas mais um sermão, somente uma mensagem, ou um pretexto. Se não acharem... Pregam assim mesmo! Outro dia ouvi falar de um pregador que fez a seguinte confissão na maior cara-de-pau: “preparei uma mensagem tremenda, só me falta achar o texto bíblico que servirá de base”. E outro que introduziu seu sermão com esta pérola: “irmãos folheei a Bíblia pra lá e pra cá e não achei um texto em que pregar, então...” Durma-se com um barulho desses! A Bíblia para estes é mero detalhe.
Os “sem Bíblia”-são os que não lêem de forma alguma. Seguem a falsa premissa de que ler, estudar e meditar é função de pastor e pregador. Há dois tipos desses infelizes auto-enganados, os “sem Bíblia” que têm uma para carregar e fazer tipo, e os “ortodoxos”, aqueles que nem sequer têm uma, ou pelo menos não querem que alguém saiba que têm. Vão aos cultos de “mãos abanando” e mente vazia.
Todos os tipos descritos acima são crentes obviamente, pelo menos é o que dizem. Ou, como dizia certa música vivem da “arte de viver da fé, só não se sabe fé em que”.
A aproximação que faz da Bíblia suficiente é aquela que busca, sobretudo, aproximar-se de Deus, que procura trazer Deus para a realidade da vida, colocando-se sob sua autoridade. O trecho do Salmo 19 (7-10) mostra a suficiência da Bíblia sob muitos aspectos, e o que ela promove aos que a lêem de forma adequada. Segundo este salmo a Bíblia é: Perfeita – completa, única, sem necessidade de remendos; Fiel – digna de confiança; Reta – sempre precisa em seus ensinos; Pura – sem misturas; Limpa – não contamina, nem envenena; Verdadeira – capaz de clarear a visão. Escrevendo a Timóteo, Paulo nos fala da maior qualidade das Escrituras, dando-nos o tom da sua suficiência. Que o Senhor tenha misericórdia de nós e nos dê corações sedentos e famintos das Sagradas Letras, transformando-nos a cada dia em homens e mulheres de Deus que glorificam o Altíssimo em toda maneira de viver.
Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra. 2Tm.3.16,17

Autor: Francisco Jr.
Fonte: [ Adoração e Pregação ]

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Paulo o Apóstolo

O maior fracassado do mundo segundo a ótica dos teólogos da prosperidade
.
Para os teólogos da prosperidade o apóstolo Paulo pode ser considerado o mais fracassado ministério de todos os tempos.
Ele não foi rico, não possuiu grandes propriedades, não teve carros, cavalos e barcos, não morou em mansões, nem tampouco possuiu ouro, prata e riquezas. Para piorar a situação, o apóstolo aos gentios, recebeu dos judeus cinco quarentenas de açoites, foi açoitado com varas, apedrejado, sofreu três naufrágios, passou uma noite e um dia no abismo. Em viagens muitas vezes, em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos com os patrícios, em perigos com os gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre os falsos irmãos, em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, em jejum muitas vezes, em frio e nudez. Além disso ele foi preso algumas vezes, lançado em cárceres fétidos e mal cheirosos, tendo morrido na mais profunda miséria.
Para os defensores da teologia da prosperidade Paulo não estava na visão e por não possuir a unção de Deus morreu a mingua.
Pois é, pobre Paulo, miserável Paulo, não pode ser comparado aos apóstolos de hoje que são homens "ungidos" além de proprietários de jatinhos e mansões e milhões.

Pobre que nem Paulo, só um tal de Jesus de Nazaré.

Pense nisso,

Renato Vargens
Fonte: [ Blog do autor ]